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29 de maio de 2009

28 de maio de 2009

Days With My Father!

days with my father - for whatever days we have left together

Vale a pena conferir o site que Phillip Toledano fez para seu pai, em seus últimos anos de vida com ele, as lembranças de sua mãe, suas histórias, lições....simplesmente lindo!
Foi difícil conter as lágrimas!

Beautifully Imperfect!



So touching!

26 de maio de 2009

Velib!!


Tem coisa mais gostosa do que viajar........tirar umas f'érias......eu gosto rsrs.
Principalmente quando ando mtoo a pé.....pq só assim descubro lugares e estilos tão diferentes e interessantes!!!!
Mas quer algo melhor que conhecer uma cidade de bicicleta.......pois é, em Paris podemos descobrir a beleza que existe naquela cidade de bicicleta....(sem gastar horas em metro e ônibus).
A velib, essa charmosa bicicleta de cor cinza, com ela vc anda tranquilamente por Paris.........sem contar que é mtoo prático o uso, vc aluga a bicicleta e depois devolve em alguns dos vários pontos espalhados pela cidade....o que facilita mtooooo.......principalmente a vida do turista!!!!!

25 de maio de 2009

Semelhança em Amor!!!

ISAÍAS 53:2 Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse.

Um sorriso impressionante? Um físico invejável? Não. Ninguém virava a cabeça para acompanhar a passagem de Jesus.
Se era como as pessoas de seu tempo, Ele tinha o rosto largo de um camponês, a pele morena, cabelos encaracolados e curtos e um nariz proeminente. Sua altura era de mais ou menos um metro e sessenta, e pesava cerca de 50 quilos. Dificilmente seria capa de alguma revista.
E você? Sua aparência e seu jeito são muito comuns? Ele era assim também. E passou por tudo que você passa.

Deus Abençoe!!!!!!!!

Fonte: Cristianismo Hoje

22 de maio de 2009

É com tristeza e grande pesar que afirmo que o evangelho mais consumido é o menos saudável.

Existe um evangelho que não visa promover o Reino de Deus muito menos a salvação da alma de quem pecar. Ele somente busca exaltar a si mesmo e resolver os problemas práticos desta vida temporal. Neste evangelho não há espaço para Deus e sua divindade, resta apenas um claro em aberto para ser ocupado pelo menino das entregas rápidas.

Tal evangelho é prejudicial a Igreja (Corpo de Cristo) e ao próprio Homem que dele se alimenta, pois transforma-o num ser humano frágil, incapaz trabalhar e de providenciar seu próprio sustento. Vive de mensagens calorosas e positivas!

Por diminuir o status de Deus a um simples garoto de entrega de pedidos, o qual deve atender no mais curto prazo de tempo, anula o temor e tremor, a reverência e a gratidão, o zelo e a correção.

Este evangelho, já há muito tempo perpetuado entre nós, cria cristãos nominais. Homens que buscam a benção e não o abençoador. Não anseiam e nem anelam em se aproximar do verdadeiro Deus. O que querem é identificar a linha divisória entre ser salvo e não sê-lo, para que estejam o mais próximo possível de suas vidas pré-“conversão”. Não almejam conhecê-lo, pois sabem que quanto mais conhecem mais indesculpáveis se tornam por não vivenciarem o evangelho autêntico.

Enquanto isso, o único e verdadeiro evangelho acumula poeira entre suas folhas, porque ninguém deseja ser corrigido e exposto como pecador, mesmo que seja pelo próprio Deus.

Ninguém anseia em seguir pelo caminho mais dificil, muito embora as escrituras afirmem, constantemente, que o caminho é estreito e envolve renúncia, negação, mortificação da carne e, por consequência, santificação.

Como temos dois produtos no mercado, o verdadeiro e o genérico. De uma forma bem simplificada, o primeiro envolve sofrimento, renúncia, perseguição, desgaste e as beneces serão dadas na eternidade. O segundo massageia o ego, é extremamente positivo, centrado nas necessidades consumistas humanas, dá todas as coisas em vida, mas as beneces da eternidade foram trocadas e inexistem, produto falso que acarretará numa perda eterna. Por que digo isso? Porque quem leu o evangelho e, realmente, o entendeu, sabe que quem se alimenta deste falso evangelho nunca chegou ao conhecimento da revelação de Cristo. Se não conhecê-lo? Como se decidir por ele? Como aceitá-lo? Como ter intimidade com Ele, se o que nos é passado não tem relação alguma com Ele? É o cumprimento profético da expressão encontrada em 2ª Timóteo 2.13, indo de mal a pior enganando e sendo enganados... Quem abraça este evangelho de auto-ajuda, de prosperidade, de pensamento positivo está bem longe da verdade, compraram um produto falsificado incapaz de produzir as bem-aventuranças futuras, enfim, “o barato que sai caro”;

Qual deles terá mais aceitação? O evangelho original ou o falsificado? Nem se preocupe em responder! Nossa geração já respondeu a questão com ações...

Autor: Ricardo Inacio Dondoni
Via:Tomei a pílula vermelha

Comercial de 1976 da Gripe Suína!

21 de maio de 2009

PROME$$A$ E PROME$$A$

Quem é pobre ou doente, está em pecado ou não tem fé. É o que afirmam grande parte das igrejas hoje. No entanto, nem sempre foi assim, a igreja do primeiro século via os pobres e doentes com muito carinho. Aliás, não há promessas de riquezas materiais no novo testamento (nova aliança), mas sim, promessa de sustento e satisfação.
O apóstolo Paulo nos ensina em I Tm 6.7 – 10:

“Porque nada temos trazido para o mundo, nem cousa alguma podemos levar dele.
Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes.
Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição.
Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores.”

E, em Hb 13.5 ele diz:

“Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as cousas que tendes; porque ele tem dito: de maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.”

E mais, se dizemos que somos cristãos, é lógico e natural que sigamos o exemplo do Mestre não é verdade? Veja o que Jesus disse em Mt 8.20:

“...mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça.”

Na igreja primitiva, os crentes que tinham posses não estavam orando para ter mais, mas estavam vendendo suas propriedades e bens para repartir com os que não tinham.
Seja sincero, você consegue imaginar João Batista, ou Paulo ou qualquer um dos apóstolos (genuínos), pregando que todo cristão deve ser rico e próspero? Que todos os filhos de Deus podem exigir riquezas? Que toda a enfermidade procede do diabo e se alguém está enfermo é porque está em pecado? Se somos filhos de Deus devemos exigir a cura e confessar e seguir confessando que estamos curados?

Você consegue ver Pedro em um culto da “corrente da prosperidade dos empresários”, fazendo um discurso inflamadíssimo, dizendo:

“Irmãos, tenham fé, porque pela fé você vai obter saúde, riqueza, sucesso e poder terreno. Você como ofertante passará a ser dono por herança, de todas as coisas que existem na face da terra, portanto, terá todo o direito de exigir o que Jesus prometeu! E, não se esqueça, anote aí na sua agenda, nesse sábado estarei pregando na corrente da vida regalada e domingo na corrente das almas aflitas.”

Isso significa que o cristão não pode ser próspero e rico? Absolutamente! Claro que pode, o grande problema está na corrida desenfreada atrás dos bens materiais em detrimento da busca de santidade e intimidade com Deus, o que leva, consequentemente, a mudança de vida e gera corações que amam ao próximo e a Deus.

O apóstolo Paulo recomendou: “procurai, com zelo, os dons espirituais.”, mas hoje parece que o dom mais procurado é o dom de adquirir riquezas, difundido por muitos pregadores. Dom este que, aliás, simplesmente não consta na Bíblia. Idéias e valores seculares, travestidos de doutrinas aparentemente bíblicas, têm invadido com extraordinário sucesso muitas igrejas evangélicas. Hoje, ter um encontro com Cristo constitui quase o mesmo que ganhar na loteria. O que importa é ficar "de bem com a vida".

A Teologia da Prosperidade propaga que o plano de Deus para o homem é fazê-lo feliz, abençoado, saudável e principalmente próspero. Ao crente que não partilha dessas bênçãos, atribui-se o estigma de incrédulo ou pecador. O que resulta na concepção de que crente fiel é crente próspero; essas bênçãos materiais passam a ser indicadores de espiritualidade. Quero crer que trata-se de falta de conhecimento. Não posso acreditar em uma enganação deliberada. A impressão que fica é que os pastores e líderes começaram a ler a Bíblia e pararam no velho testamento. Assim, iniciou-se uma grande confusão, onde a idéia de ser cristão é ser uma continuação ou substituição do povo de Israel. Isso é um grave erro.

Fonte: Crente.Q.I.Pensa

20 de maio de 2009

McJesus!


“Dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola, picles e um pão com gergelim!” Essa é a oração que muitos tem feito. Oração? Ficou doido de novo! Pode até ser, mas pessoas têm feito essa oração e talvez até você mesmo! “Como assim”, você se pergunta. Explico.

Somos a geração da pressa, da rapidez da velocidade, da correria, do FAST FOOD! Você já comeu em um restaurante assim em sua vida, tenho certeza. Quem não gosta de um Big Mac? Alguns raros seres humanos. Em grande maioria, todos gostamos. E por quê? Porque é gostoso, mas principalmente porque é rápido de ser feito. Aliás, se você escolher Big Mac não precisa nem esperar. Na verdade ele já está lá naquela prateleira de inox esperando ansioso para ser devorado por você! Comemos sem nos importar com o fato de que se trata de um dos alimentos menos saudáveis que existem! Mas é rápido! Se eu estiver com pressa, me atende no mesmo instante. Você simplesmente chega lá e diz: “Me dá uma número um!”. Não é? E você devora aquilo em questão de segundos! Nem percebe, mas se brincar em três mordidas... Acabou! Só restam as calorias inflamadas em seu interior! ´.

A síndrome do FAST tomou conta da Igreja, e juntos, em uníssono, oramos a preciosa oração do McJesus (Jesus in English!). “Dois milhões de Euros, palácio, jato, benção especial, flash e clicks, mansão com limosine! É o MacJesus, MacJesus!É a mais pura verdade. Querem o que chamam de bênçãos divinas na mesma hora, no mesmo segundo. Querem as riquezas que esse mundo pode oferecer, afinal de contas, são filhos do Rei. Como filhos do Rei, não podem sofrer, não podem passar por provações e privações. São seres prósperos e intocáveis. Pessoas que acham que acharam Jesus, e por isso se acham, mesmo não tendo ele se achado. Lê de novo essa frase; eu sei que ficou embolada! Rs, rs.

A moderna FAST FAITH (Fé rápida) é perigosa e seus desdobramentos serão responsáveis pelo aniquilamento da igreja e de sua missão. Você não precisa concordar comigo. Já estou meio acostumado a remar contra a maré.

Nós somos um bando de palhaços, essa é a verdade. Achamos que o certo é eu ter um jato particular e ir até a África demonstrar minha prosperidade e a fidelidade de Deus na minha vida. Chegando lá prego para as pessoas mais miseráveis do planeta e afirmo que Jesus vai prosperá-los se o reconhecerem como Salvador.

Essa fé mentirosa, que acha que Deus é máquina de CocaCola que você põe 1 real e ela cospe a sua benção imediatamente, pode ser responsável pelo maior fracasso da Igreja em toda sua história. Nunca se teve tanto dinheiro e se fez tão pouco! Se ensinamos aos jovens e crianças de hoje que eles têm que ser os mais prósperos do mundo, que têm de ter todos os itens da oração do MacJesus atendida, como essas pessoas serão capazes de viver e conviver em situações de privação por causa da Missão que nos foi designada, seja aqui, seja na África. “Mas isso não ocorrerá”, pode dizer um pregador. Palhaço, sem vergonha, mentiroso, canalha, enganador, suplantador, aproveitador (parece que estou descrevendo Satanás!). Faço a você o convite de ler Hebreus 11. Se não concordar, queime sua Bíblia e vá viver no Reino Encantado de Ronald McDonald e seus amigos.

Minha fé não é macarrão instantâneo, não é Nissin Miojo. Ela não está interessada no que Ele pode me dar. Ela não se baseia nas condições de minha vida, se sofro, se não, se sou rico, ou não. Próspero sou, porque tenho a pérola de grande valor. Isso me basta. Do resto, quero simplesmente me submeter a sua preciosa vontade, seja para o que for. Quero entrar na galeria dos heróis da fé, dos quais o mundo não é digno, saca? Não me interessa nem um pouco outra coisa. Oro assim: “Dois testemunhos, ou mais, tesouro e morada celestial, completei e guardei a carreira até o fim”. É ser como Cristo, como Cristo.
Autor: Leonardo Oliveira

Fonte: Crente.Q.I.Pensa

Frase / C. H. Spurgeon!!!!!


"Creio na doutrina eleição porque tenho absoluta certeza que, se Deus não me escolhesse, eu jamais O escolheria. Tenho certeza que Ele me escolheu antes de eu nascer, ou do contrário nunca me escolheria depois disso". Charles Haddon Spurgeon

Conversões Superficiais, Religião Superficial!!!


C.H. Spurgeon

Embora eu me regozije com conversões súbitas, eu tenho sérias suspeitas quanto a essas pessoas repentinamente felizes que nunca parecem ter se entristecido com o próprio pecado. Receio que esses que vêm tão facilmente à sua religião que freqüentemente a perdem completamente com a mesma facilidade. Saulo de Tarso foi convertido subitamente, mas nenhum homem já passou por maior horror de escuridão do que ele, antes que Ananias viesse a ele com palavras de conforto.
Eu gosto do arado profundo. A raspagem superficial do solo é trabalho pobre. O corte profundo da terra sob a superfície é grandemente necessário. Afinal de contas, os cristãos mais duradouros parecem ser aqueles que viram que o mal interior que neles há é profundo e repugnante, e depois de algum tempo foram levados a ver a glória da mão curativa do Senhor Jesus conforme Ele a estende no Evangelho.
"Para pôr tudo em uma palavra, uma ausência do Espírito Santo é a grande causa da instabilidade religiosa."

Receio que em muito da religião moderna há uma carência de profundidade em todos os pontos. Eles não tremem profundamente nem se regozijam grandemente. Eles não se desesperam muito, nem acreditam muito. Oh, cuidado com um verniz piedoso! Proteja-se da religião que consiste em colocar uma fina camada de piedade sobre uma pesada massa de carnalidade. Nós precisamos de uma obra contínua no interior. A graça que alcança o centro e afeta o espírito mais interior é a única graça que vale a pena ter.
Para pôr tudo em uma palavra, uma ausência do Espírito Santo é a grande causa da instabilidade religiosa. Cuidado para não confundir excitação com o Espírito Santo ou as suas próprias resoluções com os profundos mecanismos do Espírito de Deus na alma. Tudo aquilo que a natureza pinta, Deus queimará com ferro quente. Qualquer coisa que a natureza põe em funcionamento, Ele fará parar e jogará fora com os trapos. Você precisa nascer de cima, você precisa ter uma nova natureza forjada em você pelo dedo do próprio Deus, já que de todos os seus santos está escrito, "Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus."
Oh, mas, em todos os lugares eu temo que haja uma ausência do Espírito Santo! Há muita coisa vindo de uma moralidade espalhafatosa, superficial, muitos clamores de "Paz, Paz" onde não há nenhuma paz; e muito pouca ansiedade profunda advinda de um exame do coração para ser completamente purificado do pecado. Verdades bem conhecidas e facilmente lembradas são cridas sem serem acompanhadas da devida uma impressão do peso delas; esperanças sem consistência e confianças infundadas são formadas e é isso que faz com que os enganadores sejam tão abundantes e os espetáculos carnais tão comuns.

Fonte: Bom Caminho

19 de maio de 2009

E quem Nunca ouviu o Evangelho???

O Evangelho Maltrapilho / Brennan Manning

Muitos cristãos ainda temem deixar que Deus os ame como realmente são, afirma o ex-padre, alcoólico sóbrio e escritor.

O que é um maltrapilho?
Bem, o Antigo Testamento apresenta uma bela cena sobre os Anawims. No século 18, eles são os pobres, desabrigados e sem-terras; Deus um dia restaurará a prosperidade deles. No século 6, porém, os Anawims adquiriram um sentido de imensa profundidade espiritual. Eram os pobres de espírito, que tinham confiança inabalável em Deus e se comprometeram por completo a fazer a vontade dele.Agora, quando o tema chega ao Novo Testamento, os Anawims são os que se reúnem para conhecer Jesus em seu nascimento. São os pobres, desconhecidos, as pessoas à margem da respeitabilidade. São os pastores. Lá está Ana, uma senhora de 84 anos, e Simeão, um idoso. E todos os animais. E lá está, claro, a Virgem Maria, que fora considerada a última e a inferior em uma longa linhagem. Esses são os verdadeiros pobres de espírito. Eles reconhecem que dependem completamente de Deus, até mesmo para respirar, lançaram sua esperança sobre Jesus e se renderam à vontade do Pai. Isso, basicamente, é a definição de um maltrapilho.
Fale-nos de sua premissa sobre a confiança do crente em Deus.
A idéia básica se resume em uma sentença: O esplendor do coração humano que confia e é amado incondicionalmente dá a Deus mais prazer do que a Catedral de Westminster, a Capela Sistina, a Nona Sinfonia de Beethoven, os Girassóis de Van Gogh, a visão de dez mil borboletas em revoada ou o perfume de um milhão de orquídeas em flor. Confiança é o presente de retribuição que damos a Deus, que gosta tanto do presente que levou Jesus a morrer por amor a ele.
Foi isso que Jesus disse que precisamos trazer para o relacionamento?
Sim. Confiança e entrega como de uma criança, creio eu, é a definição do discipulado autêntico. Com freqüência, a necessidade suprema em nossa vida é a mais ignorada: confiança inabalável no amor de Deus, qualquer que seja a situação. Penso que foi esse o ensinamento de Paulo ao escrever em Filipenses 4.13: “Tudo posso naquele que me fortalece”.
Mas, como podemos saber se estamos confiando mesmo? A maioria das pessoas afirma que confia em Deus.
A característica dominante de uma vida espiritual autêntica é a gratidão que brota da confiança – não apenas por todos os dons que recebo de Deus, mas gratidão também por todo o sofrimento. Por ser uma experiência purificadora, o sofrimento é, freqüentemente, o caminho mais curto para a intimidade com Deus.Acrescentaria, também, que a confiança bíblica cresce a partir do amor. Minha confiança em Deus deriva da experiência do amor dele por mim, dia e noite, haja tempestade ou calmaria, doença ou saúde, esteja eu em boa ou má situação. Ele se aproxima de mim onde eu vivo e me ama como sou.Em João 17.26, Jesus disse: “Eu os fiz conhecer o teu nome, e continuarei a fazê-lo, a fim de que o amor que tens por mim esteja neles, e eu neles esteja”. Abba tem por nós exatamente o mesmo amor que tem por Jesus, quando habita em nosso coração. O problema é que a maioria das pessoas não sabe disso.
Quer dizer que parte do problema é falta de atenção?
Acredito que a verdadeira diferença na igreja americana não é entre conservadores e liberais, fundamentalistas e carismáticos, nem republicanos e democratas. A diferença está entre os que percebem e os que não percebem.Quando uma pessoa percebe esse amor, o mesmo que o Pai tem por Jesus, ela se enche de gratidão espontânea. O clamor de gratidão se torna a característica dominante de sua vida interior, e o subproduto da gratidão é alegria. Não ficamos alegres e depois gratos, é a gratidão que nos enche de alegria.
Mas existe o sofrimento, também. Em seu livro, em meio à gratidão e à contemplação de Deus, você fala de forma bem pessoal sobre como, se quisermos realmente aprender a confiar em Deus, não é possível evitar o sofrimento pessoal.
Quando eu vivia em Nova Orleans, sem freqüentar nenhum centro de reabilitação para alcoólatras e dependentes de drogas, eu me agarrava a um gole de vodka e o que menos queria era o tratamento de 28 dias que poderia salvar minha vida.Continuei a beber – uma criança bêbada clamando: “Jesus, onde você está?”. Como vivenciamos a confiança no meio de dor, sofrimento, mágoa e puro desespero? Quer dizer, será possível suportar e por fim vencer o cenário sombrio e melancólico do mal e da destruição e voltar a sentir que o amor de Deus é incondicional? Essa é a pergunta que faço aos cristãos. Vocês confiam no amor de Deus? Todos respondem que sim, que sabem disso há muito tempo. Aí, observe como vivem. Há tanto medo, tanta ansiedade, tanta raiva de si mesmos. A melhor definição de fé que já ouvi foi feita por Paul Tillich: “Fé é a coragem de aceitar a aceitação”.O que significa isso? Fé é um código para aceitar que Jesus conhece toda a história de minha vida, cada segredo, cada momento de pecado, vergonha, desonestidade e degradação em meu passado. Agora mesmo Ele conhece minha fé superficial, minha vida de oração frágil, meu discipulado inconstante, aproxima-se de mim e fala: “Desafio você a confiar. Confiar que eu o amo exatamente como você é e não como deveria ser, porque você nunca será como deveria ser”.
Por que temos medo de Deus não nos amar como somos?
Minha percepção é que pensamos que, se deixarmos Deus livre em nossa vida, ele irá pedir demais de nós. Será que ele vai me mandar ficar 10 anos em Calcutá, com as missionárias de Madre Teresa? Será que vai me fazer ter câncer? Ele pode me mandar deixar minha esposa e ir viver sozinho numa caverna, pensando só nele. Esses temores malucos não têm nada a ver com o Deus verdadeiro, que se delicia com seu povo.Para mim, é mais importante amar do que ser amado. Quando a pessoa ainda não teve a experiência de ser amada por Deus, do jeito que é e não como deveria ser, então amar os outros se torna um dever, uma responsabilidade, uma tarefa. Mas, quando aceito ser amado como sou, com o amor de Deus derramado em meu coração pelo Espírito Santo, então posso alcançar os outros com menos esforço.
E a confiança que nasce desse amor, como você falou, é implacável.
Isso soa engraçado: confiança implacável. O dicionário define implacável como “sem piedade”. No contexto que estou usando, é sem autopiedade, que é a primeira reação normal inevitável. Creio ser perda de tempo tentar acabar com ela. Entretanto, chega o momento em que ela ameaça se tornar maligna. Pode nos atrair para a autodestruição e comportamentos como afastamento, isolamento, bebida, drogas e assim por diante. E depois apenas imploramos a graça de Deus para colocar um limite temporal em nossa autopiedade.O poeta disse que a última ilusão de que devemos abrir mão é o desejo de nos sentirmos amados. Há um monge que viveu durante 30 anos na abadia Genesee. Um visitante lhe perguntou se ele se sentia mais próximo de Deus do que há 30 anos. A resposta gloriosa do monge foi: “Não, mas isso não tem mais importância”. Ele estava tão livre da necessidade de se sentir amado que podia aceitar, indiscriminadamente, consolo ou desolação, presença ou ausência de Deus, como sendo a mesma coisa. Graças a Deus que, com a instabilidade de meus sentimentos frágeis, a presença dele em mim não depende do que eu sinto. Se dependesse eu estaria com sérios problemas.

Fonte: Cristianismo Hoje

15 de maio de 2009

Teologia Quente

Se ignorarmos o inferno, faremos de um dos maiores ensinos de Jesus uma simples metáfora.
Marcando 55 minutos no relógio, eu quase bati o recorde de sermão mais longo pregado por mim. Era um sermão sobre o inferno.

Em nossa série de mensagens intitulada Teologia quente, os tópicos eram selecionados por sugestões da congregação. A pergunta mais comum foi: “Um Deus de amor manda pessoas para o inferno?”. Isso é algo difícil de discursar em 35 minutos.

Os assuntos inferno e julgamento estão presentes em todo o Novo Testamento. Mesmo assim, não ouvimos muito sobre eles nos dias de hoje – ao menos, não na igreja. Tendemos a enfatizar outros assuntos, repetidamente, ignorando aquele, sobre o qual Jesus falava a todo tempo. Há exceções, mas pregadores anunciando “converta-se, ou você se queimará” são raros hoje em dia.

Há um episódio do seriado Seinfeld no qual o namorado da Elaine, Puddy, se torna um cristão. Ele começa ouvindo música evangélica e fica avisando insistentemente a Elaine que ela vai para o inferno. Em um determinado momento, ele pede para ela roubar o jornal dos vizinhos, pois já que ela “iria pro inferno, não tinha problema em fazer aquilo”. Elaine “explodiu” e começou a bater nele com o jornal, dizendo: “se eu vou para o inferno, você ao menos deveria se preocupar com isso!”.

Creio que Elaine esteja certa. Nós não podemos encarar o inferno como uma mera doutrina, desconsiderando a impacto humano que ela causa. O ensino sobre o inferno não deve acontecer para que as pessoas conheçam os pormenores da fé cristã, ou para que a curiosidade teológica seja satisfeita. Se cremos na realidade do inferno e no fato de que aqueles que foram criados por Deus à sua imagem haverão de viver a eternidade em comunhão com ele ou distante dele, deveríamos anunciar as boas novas do evangelho e também aquelas notícias que não são tão agradáveis.

É evidente que isso exige equilíbrio. Cristãos têm sido acusados de fazerem do inferno seu principal tópico para anunciar a salvação. Penso ser esta uma alteração do evangelho completo, anunciado em 1 Co 15. Todavia, se ignorarmos a realidade do inferno e do julgamento, faremos de um dos maiores ensinos de Jesus uma simples metáfora obscura.

Pela tendência da igreja quanto ao desequilíbrio no que diz respeito ao anúncio do inferno, além das pressuposições culturais sobre vida após a morte, iniciei meu sermão lendo com a congregação todas as passagens do Novo Testamento sobre o inferno. Isso tomou algum tempo, mas fez com que as pessoas ficassem atentas e pensativas. Nós comparamos aquelas passagens com o popular “portal do inferno” – do antigo desenho Estrada para o inferno – para vermos como tivemos nossas convicções influenciadas pela cultura, como o diabo vermelho com chifres e tridente, por exemplo.

Em seguida, analisamos os conceitos de vida após a morte presentes em outras culturas e confissões religiosas. Os cristãos não são os únicos que crêem no “inferno”. Apesar do crescente desconforto de nossa cultura com a idéia do julgamento eterno, não deveríamos nos constranger ao anunciar uma tese tão defendida por diversos segmentos religiosos ao longo de todas as épocas, inclusive a vigente.

Liderei a congregação em um estudo das palavras que são traduzidas por “inferno”: Jesus utilizou Gehenna, o depósito de lixo nos arredores de Jerusalém, onde os corpos eram lançados, onde os vermes os comiam e o fogo não parava de queimar.

Finalmente, voltamos para Elaine do seriado Seinfeld e destacamos o que é mais importante: a missão.

Como afirmou Charles Spurgeon, “Se pecadores haverão de perecer, que pereçam com nossos braços ao redor de seus joelhos; que ninguém experimente os tormentos do inferno sem que tenha recebido nosso aviso e nossas orações”.

Fonte: Cristianismo Hoje

Recent Street Seens!!!









España / 16 de Mayo


Como eu já havia comentado aqui, amanhã é o grande dia para nos juntarmos como irmãos em CRISTO e clamamos por esta Nação....España....!!!!!!


JÁ ESTA TUDO PRONTO
TODOS JUNTOS ORANDO POR ESPANHA

Estimados irmãos:
Primeiramente vos queremos agradecer por toda vossa paciência e colaboração. Desde o princípio entendemos que isto era uma tarefa de todos e que somente entre todos poderíamos fazê-lo. E a parte mais difícil já está feita, agora nos fica levá-la a cabo.

Agora é o momento de assegurar-nos das conexões para vê-lo em tela gigante na igreja e estar unidos na oração, através de televisão enlace, tv solidária e internet...

Em Madri já está tudo pronto. Desde pela manhã se colocará a plataforma, som, etc... Pedimos-vos que estas últimas horas as tomemos em oração, preparando-nos para o dia de manhã. Recordemos que é um encontro espiritual. Isto é, será uma festa no melhor sentido da palavra, mas sobretudo é um encontro com nosso Deus para expressar-lhe as petições de nosso coração.

Uma vez mais vos remetemos à página web do evento: espanaoramosporti.es

E recordai que podeis sintonizar TV ENLACE, TV SOLIDÁRIA e INTERNET, hra espanhola: 18:00 a 20:00 hrs

Obrigado.

Tirso


Deus Abençõe!!!!!!!!!!

14 de maio de 2009

Jesus Satisfaz Tua Sede!!!!

Bom se vc Recebeu (aceitou) JESUS....ai vai a pergunta COMO O QUE??
Assista este vídeo e responda pra si mesmo!!!!




Deus Abençõe!!!!

What Goes Around Comes Around







Campanha Publicitária ganhadora do Gold Pencil de melhor poster. Esses posters foram desenvolvidos para colocar nos postes nas ruas na campanha para o fim da guerra no Iraque.
Design de Big Ant International para Global Coalition for Peace.

Fonte: No Que Dan Blogs

Dame tus Ojos / Marcela Gandara e Jesus Adrian Romero

13 de maio de 2009

A Cabana / Up Date!!!!

Mesmo depois do vídeo que postei aqui sobre o livro "A Cabana", vc ainda se interessa por leituras assim, se informe mais.......gostei mtoo do blog Orthodoxia.....e do texto dele sobre esse livro, vale a pena entrar lá e ver que tem mtaaa gente que pensa que este livro não é um boa leitura.
Fica a dica mais uma vez!!!!!!!!

Deus Abençõe

Livro!!!

Procurando por novidades no site Mundo Cristão....descobri este livro e achei mtooo bom, (já li outros livros deste autor e gosto bastante dele) um dia todas nós seremos SOGRAS......vamos amá-las então.....em Cristo Jesus!!!



Além da mãe de juiz de futebol, poucas pessoas sofrem tanto na boca do povo quanto a sogra. Ela é enxovalhada sem dó nem piedade, e não apenas a sogra é constante motivo de chacota. Cunhados e cunhadas, noras e genros... cada um a seu modo entra sem pedir licença no dia-a-dia do casal reafirmando a máxima de que, quando se casa, o fazemos com toda a família.Caso você não tenha percebido, não basta apenas aprender a lidar com o cônjuge. Um relacionamento ruim com os demais membros da família cedo ou tarde poderá minar o casamento. Portanto, chegou a hora de fazer algo para construir uma relação saudável entre todos.Quando se trata de encarar um desafio de tal ordem, vale a pena ouvir o que Gary Chapman tem a dizer. Desta vez, o sábio e experiente conselheiro matrimonial apresenta sete princípios que poderão restaurar o relacionamento familiar, tornando a convivência tão sadia quanto desejada. Viver em harmonia com todos os membros da família deve ser prioridade máxima. Portanto, não dá pra ficar esperando que a outra parte tenha a iniciativa. Chapman irá ajudá-lo nessa tarefa.

12 de maio de 2009

Testemunho!!!!

Qto mais odiada por todos, criticada, mais feliz eu fico.....pq Cristo foi odiado, Cristo não tinha amigos....e Cristo foi Morto.....cada injustiça comigo, me deixa feliz.....me considero fraca......mas amada Pelo Meu Senhor!!!!
Eu sou a menina dEle.....e vc não brinca com a menina dEle............É Melhor vc ser legal comigo, Porque meu PAI governa o Mundo!!!!!!!!!!!


Parte I


Parte II


Deus Abençoe a Todos!!!!!!

Somos Discípulos de Jesus?


Tendo o exemplo de Sua vida e obras podemos declarar que somos seus imitadores?

Hum... não sei, ou talvez eu pense que no fundo sei. O caso é que eu não consigo fixar os meus olhos naquilo que Jesus fez e que não fazemos, no momento os meus olhos se voltam ao que Ele não fez e que nós insistimos tanto em fazer.

Jesus veio para os pobres enquanto nós, os Seus seguidores, buscamos realizar encontros VIP para os empresários abonados.

Jesus veio para os aflitos, enquanto nós gastamos tanto tempo nos divertindo na roda de amigos hilários em nossos freqüentes encontros de confraternização.

Ele veio para os enfermos, enquanto nós buscamos ter amigos saudáveis, belos e fortes.

Ele veio para os excluídos, enquanto nós estamos satisfeitos por nos reunirmos dentro dos nossos “sagrados templos” junto aos nossos “santos irmãos”.

Jesus comia com os pecadores, enquanto nós nem sequer chegamos perto deles para não nos “contaminarmos”.

Jesus veio, sendo luz para um mundo em trevas, enquanto nós evitamos refletir a Sua luz nos lugares onde abunda o pecado.

Sabe o que eu vejo? Vejo um mundo enfermo rumo ao inferno enquanto os enfermeiros, entre glórias e aleluias, estão dia após dia, semana após semana, mês após mês, ano após ano, muito ocupados polindo os seus ungidos bancos.

Fonte: Tomei a pílula vermelha

11 de maio de 2009

Superficial Pleasures!!!!

Encarando a Própria Vida

Temos a tendência de repetir o tipo de relacionamento que experimentamos nos primeiros anos da infância.

Meg tinha 35 anos e sofria com uma anemia profunda. Os médicos não entendiam direito o que se passava com seu organismo, que não reagia à medicação e muito menos a uma alimentação rica em ferro. Recomendaram a ajuda profissional em psicologia. Meg me procurou e aos poucos foi me contando sua história. Era a caçula de três irmãos. O pai era extremamente violento; a mãe, passiva e até omissa. As cenas violentas do pai para com o irmão mais velho faziam parte do cotidiano de sua casa. Nestas situações, Meg ficava sempre na soleira da porta, tentando achar uma solução para a situação. Mas na sua tenra idade, nunca saiu dali. Se fosse buscar ajuda, levaria uma tremenda surra – afinal, era pequena demais para enfrentar o pai. Naquela agonia, o máximo que fazia era ficar ali, imóvel e paralisada, desejando que a vida não existisse, que sua história fosse outra. Algumas vezes, havia calma naquele lar, mas o alívio durava apenas até o próximo episódio de fúria e violência do pai de Meg. O tempo passou. Meg cresceu, tornou-se adulta, saiu de casa, casou-se e teve filhos. Contudo, vivia uma dinâmica nos relacionamentos onde se percebeu impotente e sem ação diante da força de pessoas que abusavam da sua fragilidade. Foi enganada e explorada mais de uma vez, tanto no ambiente familiar como no trabalho. Ela percebia o que ocorria à sua volta, mas continuava na soleira da porta da própria existência, sem usar recursos de que não dispunha na infância, como o próprio fato de ser adulta e a possibilidade de amparo jurídico. A mensagem interna que soava alto em seus ouvidos era a mesma de outros tempos – não podia fazer nada e era melhor ficar quieta senão ia ser pior. A anemia que começara na infância tornou-se crônica, exigindo constantes cuidados médicos. A falta de energia e disposição não se limitava apenas ao seu corpo, mas corroía-lhe a alma, impedindo sua realização pessoal e tolhendo suas capacidades. E assim Meg vivia, engolindo abuso atrás de abuso.Assim como ela, temos a tendência de repetir ao longo da vida o tipo de relacionamento que experimentamos nos primeiros anos da infância. É como se, uma vez vivida e aprendida uma situação, ficássemos indefesos e desprotegidos, presos a ela como crianças. Uma das sutilezas satânicas contra o ser humano é exatamente esta: a do medo de arriscar a sair da soleira da porta e descobrir os próprios recursos, doados por Deus a cada um desde a formação no ventre. E por causa deste medo, muitas mulheres não se posicionam, não desenvolvem seu valor e não têm forças para defender a própria dignidade.A parábola dos talentos, contada por Jesus e registrada em Mateus 25, aborda esta questão. Um dos servos daquele homem rico preferiu esconder o talento recebido, ao invés de usufruir dele, gerando novas riquezas. Alegou, mais tarde, que ficou com medo da severidade de seu senhor e preferiu se garantir, restituindo exatamente aquilo que lhe fora confiado. Pois foi severamente repreendido – e seu talento lhe foi tirado e entregue para outro servo, que sabia administrar melhor os bens recebidos. A outra é a história de Abigail, contada no primeiro Livro de Samuel, no capítulo 25. Nabal, seu marido, cometera um grave erro contra Davi. Diante da insensatez de Nabal, que além de insensível e duro, era beberrão, Abigail não se entregou ao papel de vítima. Ela tomou providências, agindo para proteger os filhos e empregados da vingança de Davi e dos homens que o seguiam. Ela preparou uma comitiva e foi ao encontro dele, levando presentes e o pedido de desculpas, aplacando sua fúria.Muitas mulheres com idéias e projetos brilhantes não os colocam em prática porque o medo se transforma num monstro que aniquila e bloqueia qualquer iniciativa. E a história de Abigail parece apontar para o fato de que há situações em que temos que correr os riscos e andar na contracultura, enfrentando as ameaças e os ataques que podem cair em cima daqueles que estão sob nosso cuidado e responsabilidade. Não podemos perder de vista o propósito de usarmos todas as forças e recursos disponíveis na detenção do mal e da destruição. Meg precisava sair da situação de vítima e encarar a própria vida, não se permitindo mais ficar nas mãos de pessoas egoístas e cruéis. E, com a ajuda de Deus, ela o fez. Perdeu algumas coisas e alguns relacionamentos, mas encontrou a si mesma e descobriu que tinha muito a ganhar, criar e produzir, desenvolvendo seu potencial tão especial para beneficiar pessoas e difundir a grandeza do Senhor. Até a anemia desapareceu.Descobrir as próprias estagnações é um caminho difícil que requer muita coragem, disposição e uma boa dose de humildade. Algumas vezes, será necessário rever a própria história de vida, identificando eventuais bloqueios oriundos de episódios do passado. Na verdade, não nascemos com a capacidade de gostar de nós mesmos e acreditar no nosso próprio potencial. São os nossos educadores e treinadores que podem facilitar, ou não, a confiança que podemos ter em nós mesmos para fazermos diferença – tanto para nós, como para aqueles que nos estão próximos. Mas, quando nos tornamos adultos, podemos rejeitar toda e qualquer mensagem destrutiva que nos tenha sido direcionada e que passou a fazer parte de nossa existência, distorcendo a rota dos caminhos para os quais nascemos. Agindo assim, é possível resgatarmos a nós mesmos, refazendo o roteiro que nos é dado por Deus para nossa vida aqui neste mundo.

Os cinco Lados da Intimidade

Dica: é mais do que apenas sexo.

Henry era geralmente jovial e positivo. Na noite passada, no entanto, ele chegou atrasado ao nosso encontro na igreja e não tinha muito que dizer. “Nunca entendi as mulheres” - ele me disse após o encontro. “Minha esposa acha que precisamos de mais intimidade. Ela diz que não somos tão próximos quanto já fomos um dia. Não sei do que ela está falando. Pensei que tínhamos um bom casamento”. Há algo sobre nossa forma psicológica, espiritual e física que clama por intimidade uns com os outros. Isso ocorre, porque Deus desenhou o casamento para ser a mais íntima das relações humanas, na qual dividimos a vida intelectual, social, emocional, espiritual e física. Você e seu cônjuge são íntimos desta forma?Intimidade intelectual - Não diz respeito à discussão de idéias altamente intelectuais. O importante é discutir seus pensamentos. Podem ser pensamentos sobre comida, finanças, saúde, crime, trabalho e política. Eles revelam algo sobre o que se passou em sua mente durante o dia. Intimidade social - Significa dedicar tempo aos eventos da vida. Alguns desses eventos serão experiências em que estaremos juntos; outros acontecerão enquanto estivermos separados, e dividiremos as experiências através de comunicação aberta. Muitas coisas na vida envolvem o fazer. Quando fazemos coisas juntos não apenas desenvolvemos vivência comunitária, mas também aprofundamos a intimidade. Intimidade emocional - Sentimentos são a nossa resposta emocional espontânea ao que encontramos nos cinco lados da intimidade. Se eu vir um caminhão de bombeiros correndo pela avenida, me sinto incomodado. Se você toca minha mão, me sinto amado. Quando dividimos emoções, construímos intimidade emocional. Intimidade espiritual - Geralmente a mais preterida das bases da intimidade matrimonial, porém tem impacto significativo nas outras. Não requer concordância em cada detalhe. Porém, buscamos dizer ao outro o que há em nosso interior. Discutimos nossos pensamentos sobre a realidade espiritual. O propósito não é concordância e sim compreensão. Intimidade física - Homens e mulheres são diferentes (graças a Deus pelas diferenças!), portanto geralmente chegamos à intimidade sexual de forma diferente. O marido dá maior ênfase aos aspectos físicos - olhar, tocar e o clímax são os focos de sua atenção. A esposa, no entanto, encontra a intimidade sexual com mais interesse no relacionamento. Sentir-se amada, apreciada e tratada com ternura, traz a ela grande alegria. Intimidade sexual requer compreensão e resposta a estas diferenças.Um ingrediente essencial da intimidade é permitir que seu cônjuge seja ele mesmo sem obrigá-lo a se conformar com seus ideais.Na intimidade, tentamos nos aproximar, não eliminar “o que é do outro”, e sim apreciar as diferenças. Homens e mulheres são diferentes e não devemos, nem mesmo com a melhor das intenções, destruir tais diferenças.O que nos impede de experimentar a intimidade? Todos nós somos egoístas, o mundo gira ao nosso redor. No entanto, quando nosso foco é este, perdemos a intimidade. O oposto do egoísmo é o amor. O amor concentra-se no bem-estar do cônjuge. Investimos tempo para ouvir seus pensamentos, sentimentos e desejos. Buscamos compreender e responder com empatia. Escolhemos fazer coisas juntos, e até coisas que possam não ser nossas atividades favoritas, pelo simples fato de que queremos estar juntos.Neste contexto de intimidade nos tornamos suporte carinhoso um para o outro, o que constrói um casamento mais forte.

Gary Chapman, Ph.D., é casado há mais de 45 anos com Karolyn. “Doctor Love” (ou Doutor Amor, como é conhecido nos EUA) já escreveu mais de 15 livros, sendo a grande maioria sobre relacionamento afetivo, o que faz de Chapman um dos maiores autores do mundo no gênero. Seu livro mais conhecido é “As cinco linguagens do amor”.

Obama!!!

Assista esses vídeos......e me fale se depois de ver isso....vc ainda acha que Barack Obama é o cara???Por Favor Hein!!!!


Caso vc não entenda inglês, preste atenção logo no final do vídeo que ele fala que USA não é um país cristão, ou judaico......etc..

Jesus take the Wheel / Carrie Underwood

Uma música pra Louvor e Adorar!!!!!!!!!!!

A Purpose!!!!!!!!!!!!

Vendo este vídeo eu não aguentei.....e chorei mtoooooooooo...............snif
E pensei em minha filha......que ela entenda....quem realmente é Deus....assim como esse menino....que ela não se perca com as coisas desse Mundo........
Mas que eu tb entenda.....que se perder alguém....que eu sempre me lembre que Ele deu Seu Filho tb, morreu por nós!!!!!!!!!!!!
Ele sempre vai te entender, vc só tem que se voltar pra Ele!!!!!

video

Queridos(a)......não acredito que nem vendo um vídeo desses....vc não consiga aceitar Jesus.....e decidir mudar sua vida.....viver exclusivamente pra Ele...por Ele!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Deus Abençõe.

Ai Zézuis!

Pelo visto a noite deve ter sido looonga e só o copo não bastou, deve ter dormido na garrafa e no dia seguinte foi mostrar sua performance vocal embriagada rsrs
Esse merece concorrer ao American Drunk Idol, imaginem qual seria a opinião de Simon!



Unção do Bêbado!

Desconstrução!



Não quero reformar nada! Não quero reformar ninguém! Apenas quero desconstruir minha religião e dar-me a oportunidade de começar novamente. Do zero! Quero aprender a orar porque suspeito que nunca aprendi em todos esses anos de eloquentes orações entonadas no conjunto de súplicas adornadas de lindos verbos.

Tenho a ligeira impressão de que todas as vezes em que falei em línguas na roda de oração para fazer notório o meu nível espiritual, não me valeram de edificação alguma. E que minhas devocionais carregadas de desânimo e obrigação para com a minha "consagração" no ministério de louvor não resultaram em nenhuma intimidade com Deus!

Quero desfazer de tudo que sei, ou que penso saber, e de tudo que não sei, e penso não saber, para aprender paulatinamente através de uma busca sincera, paciente, desobrigada, verdadeiramente motivada e autêntica, tudo quanto preciso, quanto quero e quanto me é essencial na jornada da fé. Quero despojar-me dos manuais religiosos, das doutrinas inquestionáveis, das tradições incoerentes e da estupidez e falácia da religião.

Quero duvidar de tudo e de todos, porque minha alma contorce pela verdade e tem sede de justiça. Quero abrir os meus olhos e enfrentar o ardor da luz cortante da revelação. Quero ficar cego por um tempo em virtude do impacto que a luz da verdade traz. Ficar cego para o enlatado evangélico, cego para o cauterizado cristianismo institucional. Quero ficar cego para as fórmulas instantâneas da fé, da sua comercialização e do abuso espiritual. Quero recobrar a visão aos poucos. Enxergar com sanidade a vida, as pessoas, a família, os amigos, o futuro, o presente e o passado. Quero aprender a enxergar tudo que enxergava errado. Usar minha visão pela primeira vez!

Quero me desviar dos caminhos da "i"greja que não segue o Caminho de Cristo. E andar na contra-mão desse sistema religioso elaborado sobre outro fundamento que não Jesus, a Rocha Viva. Quero tirar a capa que me identifica como "cristão" com o emblema da cruz para vestir-me de amor pelo próximo e por esse amor ser conhecido como discípulo de Cristo. E carregar não o emblema da cruz, antes, tomá-la dia após dia em meus ombros e renunciar à volúpia e morrer para o pecado.

Quero fugir dos grandes eventos de milagres e shows da fé, patrocinados por sórdida ganância e puro estrelismo. E me juntar aos homens de Deus presenteados com o dom da cura que trocam o palco pelo corredor dos hospitais. Que ao invés de pedirem que vão a eles, se disponhem a IR aos que necessitam.

Cansei de viver sob maldição financeira! E, agora, não gasto meu dinheiro patrocinando esse sistema putréfulo de escravizar a fé dos pequeninos. Não quero participar de tal infâmia! Que o pouco que tenho sirva não ao luxo dos templos e de seus donos, mas, aos que realmente necessitam da minha fidelidade financeira resultante da confiança no Jeová Jiré. E não da ameaça pastoral de maldição da pobreza versus prosperidade.

Quero ser livre para pecar! E da mesma maneira não pecar por entender que não me convém. Mas, se o desejo do pecado ronda a minha mente e não peco por causa da pressão de ter que me consagrar no ministério da "i"greja, que pobre que sou. Porque ainda não seria livre do pecado, mesmo não o praticando... Quero aprender a conduzir meu estilo de vida como resposta de gratidão à aceitação e perdão de Cristo, não como regras e proibições eclesiásticas que não tem efeito nenhum contra o pecado.

Estou desconstruindo a minha fé míope e doente para cultivá-la de forma autêntica, sincera, humana e verdadeira. Estou disposto a arriscar minhas crenças pelo conhecimento da verdade eterna, de modo, que mesmo vendo-a como em espelho, possa um dia conhecê-la completa assim como sou conhecido. Se para encontrar o Deus que está estampado no caráter de Cristo, me tornar necessário descrer do Deus pregado, e tornar-me ateu, que assim seja. E que possa, conhecê-Lo de forma pura, única, pessoal e intransferível.

Quero derrubar meus pilares espirituais porque não sei de onde vieram. Estavam lá no discurso e na retórica que pseudonimamente aceitei como sendo Jesus Cristo. Agora, nego a cartilha que reza, nego a teologia pronta que engoli e dou-me a oportunidade de aceitar, de fato, Cristo meu Senhor e Salvador, pura e simplesmente.

Se fosse possível voltar ao ventre de minha mãe e carregar em meus genes a luz que agora vejo, para que ao nascer, soubesse desviar dos caminhos que para o homem parecem bons, poderia começar de novo sem incongruências e inverdades ludibriosas.

Talvez, só agora tenha entendido o que significa "nascer de novo"...

Auto:
Thiago Mendanha

5 de maio de 2009

Street Seen!!

Sabe o que está superrrrrrr em alta no mundo Fashion, Fotógrafos de Rua.......isso mesmo........são fotógrafos que saem nas ruas em busca de pessoas com estilos diferentes, que automaticamente com essas fotos divulgadas ditam modas e nos inspiram com estilos tão variados e mtoo criativoss.......a maioria dessas pessoas são desconhecidas.....mas acabam influenciando não só a nós, como a estilistas famosos também.

Um blog bem famoso que só faz isso é o The Sartorialist......na realidade ele foi o precursor.......em Street Style!!!!













Eu me apaixoneiii nesses dois últimos Looks............um charme........e estilos diferentes!!!!!!

3 de maio de 2009

Think!?


O comentário mais importante que precisa ser feito sobre os pastores cristãos de todo tipo é que estão sob as pessoas (como servos) e não sobre elas (como líderes e, muito menos, como senhores). Jesus deixou isso bem claro. A principal característica dos líderes cristãos, afirmou ele, é humildade, não autoridade; bondade, e não poder.


John Stott