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29 de janeiro de 2010

Frase

Um Chamado para Angústia / David Wilkerson Parte 6

LOVE IS...


Imagem via: weheartit

Sinais dos Tempos!!


Rev. Ricardo Barbosa de Souza

O amor vem esfriando na medida em que crescem a iniqüidade, o individualismo, o narcisismo.

Os discípulos de Cristo, um dia, perguntaram a ele quais seriam os sinais que antecederiam a sua vinda. Ele respondeu esta pergunta numa longa pregação, conhecido como “sermão profético”. Entre os sinais apresentados por Jesus, destaca-se o surgimento de falsos Cristos e falsos profetas, que iriam enganar muitas pessoas. O Filho de Deus falou também de guerras entre as nações e de abalos sísmicos. No entanto, há um sinal que me chama a atenção de forma particular: trata-se daquele que fala do esfriamento do amor. Jesus disse: “E por se multiplicar a iniqüidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24.12).

A relação que Jesus apresenta é inversamente proporcional: o crescimento da iniqüidade implica no enfraquecimento do amor. Vejam se não é esse o nosso caso. Na medida em que cresce o pecado em suas mais variadas formas, da corrupção ao crescimento da miséria social, da pornografia a todas as formas de banalização sexual, a violência nas ruas e nos lares, o individualismo autocentrado e narcisista, esfria o amor genuíno e sincero no ser humano. Somos uma geração que vem desaprendendo a amar. Não estou me referindo a uma forma platônica de amor ou aos modelos hollywoodianos que enchem nossa sala de estar todos os dias, mas ao amor conforme Deus o revela nas Escrituras. Amor naquela forma como ele mesmo nos tem amado e celebrado uma aliança com seu povo. Provavelmente não há nenhum texto mais completo sobre o amor do que I Coríntios 13, um texto que precisa ser revisitado por nós diante daquilo que vemos todos os dias.

Naquela epístola, Paulo fala de um amor que é paciente, que não se perde diante da primeira crise ou da primeira desilusão; um sentimento bondoso, não ciumento e humilde. Um amor que não se comporta de forma inconveniente, mas é altruísta, e está sempre procurando atender o interesse dos outros e não o seu próprio. É também um amor que não se ira facilmente, que não guarda rancor, que não se alegra com a injustiça mas que salta de júbilo quando a verdade triunfa. É um amor que sabe que o sofrimento sempre acompanha aquele que ama. Um amor que se sustenta sob fundamentos sólidos e verdadeiros, que não tem a pressa dos egoístas, mas que sabe esperar e possui uma enorme capacidade de suportar adversidades.

Este amor que Paulo nos descreve vem diminuindo e esfriando na medida em que cresce o egoísmo alimentado pelo individualismo da cultura narcisista, onde o que importa sou eu, meus desejos, meus interesses, meu momento, minhas necessidades, minha realização, meus projetos, o que eu penso, quero e preciso. Imagino que quando duas pessoas modernas, com este espírito individualista e narcisista, se encontram e resolvem se amar, envolvem-se num modelo de relacionamento onde, à primeira vista, tudo indica que se trata de um belíssimo e invejável romance. Contudo, diante do primeiro obstáculo, da primeira frustração, de um simples desentendimento, da dor e do sofrimento, ou do cansaço e da vontade de experimentar “novos ares”, abandonam aquele amor que foi grande apenas enquanto durou em troca de um outro que atenda as necessidades de um ego inflado, imaturo e insaciável.

É por causa da iniqüidade deste espírito individualista e narcisista que os pais vão abandonando os seus filhos porque têm coisas mais importantes a fazer, como ganhar dinheiro ou buscar o sucesso, do que cuidar deles e amá-los; alguns tornam-se indiferentes e os abandonam à própria sorte na esperança de que na escola ou na vizinhança encontrarão quem os ame e eduque. Outros há que tentam manipulá-los e controlá-los em virtude da mesma iniqüidade, da mesma falta de tempo e da mesma insegurança. Os mais modernos já preferem não tê-los porque sabem que o amor que possuem não ultrapassa a epiderme – não são capazes de amar nada além do seu próprio ego. Por outro lado, os filhos vêm se rebelando contra seus pais, negando-lhes o respeito e a honra. São também filhos da iniqüidade do nosso tempo, do mesmo individualismo, do mesmo egoísmo.

Os jovens trocaram o amor pelo sexo para descobrirem lá na frente, depois de tantas idas e vindas e muitas “ficadas”, que são bons de cama mas frios e imaturos na arte de construir um amor que supera as fronteiras do egoísmo e que cresce na medida que o tempo passa. Os escândalos de corrupção que mais uma vez abalam o país têm, na sua raiz, o mesmo mal. Todos buscam o que é seu e nunca o que é dos outros. A epidemia que hoje toma conta da nação não é a corrupção – ela é apenas mais uma expressão de uma nação, onde a iniquidade cresceu tanto que fez o amor murchar.

Eu nunca fui um desses crentes interessados em decifrar os códigos para adivinhar quando é que Jesus Cristo volta. Tal aritimética não me interessa. Apenas sei que ele voltará, e isso me basta. No entanto, devo confessar que olhando para o cenário do mundo hoje, tenho orado por uma intervenção divina e espero que ela aconteça logo, seja na forma de um novo avivamento – daqueles que penetram na raiz do coração humano e o transforma e não esta panacéia religiosa que alguns chamam de “derramamento do Espírito” – ou de uma intervenção escatológica, final ou não. Oro por isto porque não é mais possível suportar tanta injustiça, tanta miséria, tanta imoralidade, tanto pecado.

Oro também para que Deus nos preserve fiéis a ele e à sua Palavra, para que aqueles que reconhecem o amor divino e são alimentados e inspirados por ele cresçam cada vez mais amparando o pobre, cuidando do necessitado, lutando pela justiça, permanecendo fiéis aos termos da aliança com Deus e com o próximo. Jesus, naquele sermão profético, afirma que “o amor se esfriará de quase todos”. E é nesta pequena exceção que quero me incluir, a mim e a você, mesmo que sejamos apenas um pequeno remanescente, mas um remanescente que não se curva diante dos Baalins do mundo moderno.


Ricardo Barbosa de Souza é conferencista e pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasilia

Fonte: Monergismo

O Verdadeiro Amor Cristão



O amor é a Rainha das graças cristãs. É uma santa disposição nos dada quando nascemos de novo de Deus. É o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo. O verdadeiro amor espiritual é caracterizado pela mansidão e ternura, todavia, é vastamente superior às cortesias e bondades da carne.

Devemos ser cuidados para não confundir sentimentalismo humano, alegria carnal, amabilidade e afabilidade humana com o verdadeiro amor espiritual. O amor que Deus ordena, primeiramente para com Ele e então para com os outros, não é o amor humano. Não é um amor indulgente e egoísta, o qual já está em nós por natureza. Se indulgentemente permitirmos que nossas crianças cresçam com pouca ou nenhuma disciplina, Provérbios claramente diz que não as amaremos, a despeito da sentimentalidade humana e da afeição que podemos sentir por elas. O amor não é um paparicar sentimental de um para com o outro, com uma indiferença para com o nosso andar e obediência diante do Senhor. Encobrir as faltas dos outros para nos agradar na estima deles, não é amor espiritual.

A verdadeira natureza do amor cristão é um princípio justo que busca o mais alto bem dos outros. É um desejo poderoso de promover o bem-estar deles. O exercício do amor deve estar em estrita conformidade com a vontade revelada de Deus. Nós devemos amar na verdade. O amor entre os irmãos é bem maior do que uma sociedade agradável onde as visões são as mesmas. É amá-los porque nós vemos a Cristo neles, amando-os por causa de Cristo.

O próprio Senhor Jesus é o nosso exemplo. Ele não foi somente atencioso, gentil, auto-sacrificante e paciente, mas Ele também corrigiu Sua mãe, usou um chicote no Templo, censurou severamente as dúvidas dos discípulos e denunciou os hipócritas. O verdadeiro amor espiritual é, acima de tudo, fiel a Deus e inflexível para com tudo o que é mal. Nós não podemos declarar, 'Paz e Segurança', quando na realidade, há decadência e ruína espiritual.

O verdadeiro amor espiritual é muito difícil de exercitar, pois não é nosso amor natural. Por natureza, nós amamos sentimentalmente e produzimos bons sentimentos. Além disso, muitas vezes o verdadeiro amor espiritual não é recebido em amor, mas é odiado como os fariseus o odiaram. Devemos orar para que Deus nos encha com Seu amor e nos capacite a exercitá-lo, sem dissimulação, para com todos.

Arthur W. Pink



Fonte: Monergismo

24 de janeiro de 2010

23 de janeiro de 2010

A Minha Graça te Basta


“A minha graça te basta” (2Coríntios 12:9)

Se nenhum dos santos de Deus fosse humilhado e sujeito às provações, não conheceríamos tão bem nem metade das consolações da graça divina. Quando encontramos um andarilho que não tem onde reclinar a cabeça, mas que pode dizer: "mesmo assim confiarei", ou quando vemos um pobre necessitado de pão e água que ainda se gloria em Jesus; quando vemos uma viúva enlutada assolada por aflições e ainda tendo fé em Cristo, Oh! Que honra isto reflete no evangelho.

A graça de Deus é exemplificada e engrandecida na pobreza e nas provações dos crentes. Os santos resistem a todo desalento, crendo que todas as coisas cooperam para o seu bem, e que, entre todas as coisas aparentemente ruins afinal florescerá uma verdadeira bênção - que, ou seu Deus operará um rápido livramento, ou, com toda certeza, os sustentará na provação, enquanto assim Lhe aprouver. Esta paciência dos santos prova o poder da graça divina. Há um farol em alto mar: a noite está calma - não posso dizer se sua estrutura é sólida ou não; a tempestade precisa desabar sobre ele, e só assim saberei se continuará em pé.

Assim é com a obra do Espírito Santo: se ela não fosse cercada por águas tempestuosas em muitas ocasiões, não saberíamos que é forte e verdadeira; se os ventos não soprassem sobre ela, não saberíamos o quanto é firme e segura. As obras-primas de Deus são aqueles homens que permanecem firmes, inabaláveis, em meio às dificuldades:

"Calmo em meio ao choro transtornado Confiante na vitória."

Aquele que quer glorificar seu Deus deve ter em conta o enfrentar muitas provações. Nenhum homem pode ser reconhecido diante do Senhor a menos que suas lutas sejam muitas. Se, então, o teu for um caminho atribulado, regozija-te nele, pois mostrarás o teu melhor diante da toda-suficiente graça de Deus. Quanto a Ele falhar contigo, jamais penses nisto - odeia este pensamento. O Deus que foi suficiente até agora, o será até o fim.
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Charles Haddon Spurgeon


Fonte: Morning and Evening (Devocional vespertina do dia 04 de Março)
Tradução: Mariza Regina Souza
Via: Orthodoxia


Como Você Sabe que É Salvo???!!!!!!

14 de janeiro de 2010

Frase


"O amor não faz girar o mundo. O amor é o que faz que o trajeto valha a pena!" F. P. Jones

Frase


Via: I am blessed

LOVE!

O coração é uma riqueza que não se vende, não se compra, mas se oferece!



STOP!

Angra, Haiti, Natal e Balanço Geral — Deus É Fiel?

Sei bem que alguns vão torcer o nariz quando souberem que normalmente, durante meu almoço, assisto um programa de caráter jornalístico que é exibido no canal da Universal e apresentado pelo (também) deputado estadual Vagner Montes.
Há, obviamente, um caráter popularesco e paternalista na produção, porém há alguns pontos onde não posso deixar de elogiar a idéia: pelo menos temos um político que mostra a cara todo dia e, mesmo dizendo umas abóboras, apresenta intenção de atuar para a melhora das condições gerais aqui no estado.
Faço tais citações porque há uma frase que este apresentador fala todas as vezes que algum inocente é ferido e fica hospitalizado por causa dos cada vez mais comuns episódios de violência selvagem que são apresentados. É uma frase bastante utilizada pela população evangélica em geral e, inclusive, encontrada na forma de adesivos colados em vários automóveis: “Deus é Fiel”!
Essa “máxima” sempre é dita como uma forma de evocar um compromisso que o Senhor Deus teria assumido para com a humanidade, mas… que compromisso é esse? Por que inocentes morrem em tiroteios no Rio de Janeiro e no mundo? Por que há vítimas nos deslizamentos de encostas como os de Angra dos Reis e Ilha Grande? O que dizer dos centenas de milhares de habitantes apanhados pelos terremotos no Haiti?
Deixou o Senhor Deus de ser fiel? Ou há algum grave engano na interpretação dessa frase?
Tenho combatido com veemência um conceito totalmente errôneo que vem sendo, a algumas décadas, construído sobre o caráter do Senhor Deus: podemos dizer, simplificando, que O transformaram conceitualmente em um misto de papai noel, super-homem e gênio da lâmpada mágica.
Para tal foram extraídos diversos textos bíblicos de seu contexto original, na intenção de “oficializar” supostas promessas e ordens que o Senhor Deus teria deixado de forma irrestrita a toda a humanidade. Recentemente explanei sobre a falácia do “será salvo tu e tua casa” e quem se dispuser a ler o material que publico eventualmente na internet poderá descobrir a desconstrução de muitos outros desses conceitos errados que, no final das contas, levam os mais bem intencionados ao encontro direto da idolatria, do misticismo e da heresia… ou seja, direto para o inferno!
A questão que desejo expor é que nesses momentos de grande comoção mundial, sempre se fala muito em oração e apoio… mas poucos são capazes de encarar que tais eventos são também um grandes motivos para exclamarmos que “Deus é Fiel”!!!
Não quero dizer com isso que não devamos orar ou praticar atos humanitários: é claro que, conforme proposto em cada coração, devemos contribuir para a recuperação dos sobreviventes, orar pelo restabelecimento dos acidentados e que o Espírito Santo possa consolar aqueles que sofreram perdas… e aí começam os problemas!
Como poderá ser consolada pelo Espírito uma pessoa que nega a existência de Deus ou, pior ainda, mesmo sabendo da existência d’Ele prefere servir conscientemente aos demônios (chamados de “santos”…) e até mesmo diretamente ao próprio satanás? O que dizer a alguém cujo ente querido, a despeito das orações recebidas, veio inexoravelmente ao óbito?
Diremos que o Senhor Deus falhou? Cogitaremos a possibilidade de que não teve poder suficiente? Culparemos as vítimas por sua própria desgraça afirmando que não tiveram fé suficiente?
De forma alguma!
Vivemos um novo e singular momento da história da humanidade em que testemunhamos o cumprimento das profecias que caracterizam o tempo do fim. Isto obriga qualquer cristão verdadeiro a priorizar a revelação da verdade bíblica acima do valor das boas ações, pois de que vale um sobreviver iludido neste mundo com uma passagem garantida para o inferno?
haiti-palace[1]
Por exemplo: diante da catástrofe haitiana e dos tremores de terra que ocorreram no nordeste brasileiro, que os geólogos fizeram questão de afirmar que não têm associação entre si, apresento uma passagem bíblica que pode chocar alguns:
“E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores.” (Mateus 24:3-8)
Isto pode ser chocante para os que esperam o arrebatamento antes das coisas piorarem, mas já estamos testemunhando o princípio das dores e fugir disto só vai enfraquecer a fé de muitos que esqueceram o sacrifício dos cristãos primitivos originais aos leões e estão esperando ser livres de toda e qualquer dor e sofrimento só porque ficam profetizando mentiras, fazendo dancinhas e pregando auto-ajuda. Fico irado por constatar que um famoso pregador internacional, Pat Robertson, foi capaz de atribuir este evento a uma suposta maldição por causa de um pacto demoníaco! Não consigo acreditar que um ser como esse possa se classificar como um ministro de Deus…

Um ser como este é cego para a graça, incapaz de reconhecer que a maior benção dada pelo Senhor Deus não é esta vida, mas a que está por vir?
Amados, tais desastres vão ocorrer em cada vez maior número e intensidade e, sem sombra de dúvidas, muitos cristãos irão perecer juntamente com os ímpios em consequência disto. É claro que existem testemunhos de livramentos, mas isto também ocorre a ímpios…
“Ainda há outra vaidade que se faz sobre a terra: que há justos a quem sucede segundo as obras dos ímpios, e há ímpios a quem sucede segundo as obras dos justos. Digo que também isto é vaidade.” (Eclesiastes 8:14)
“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; Porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.” (Mateus 5:44-45)
O Senhor Deus criou este mundo e tudo o que nele há: todo metal, toda pedra, toda árvore… pode ser Ele o culpado pela aplicação dada às coisas pela mente humana? Se o homem e seu desejo de dominar sobre seus semelhantes foi capaz de transformar o metal em lanças e espadas… a culpa é do Senhor Deus? Se a engenharia humana se afirma capaz de levantar construções em locais belos para satisfazer suas vontades… a culpa é do Senhor Deus?

CNT_EXT_247748[1] Se hoje temos as famosas “balas perdidas”, enchentes, deslizamentos… tudo isso é consequência pura e direta da ação e corrupção humana. Assim como o sol e a chuva, tudo isto pode atingir tanto justos como pecadores e, dentre tantas outras aflições, podem ter a certeza de que tais ocorrências, a despeito dos esforços dos homens de boa vontade, irão apenas se multiplicar… porque está profetizado:
“Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver. E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.” (Mateus 24:21-22)
É inexplicável cientificamente, mas todos percebem a aceleração do tempo e não adianta juntar milhões de pessoas e profetizar contra os terremotos, ungir a cidade contra a violência, fazer passeatas pela paz… tudo isso irá culminar, INEXORAVELMENTE, no cumprimento de outra profecia:
“Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.” (1 Tessalonicenses 5:2-3)
Não posso mentir por querer agradar ou alentar qualquer um que seja e tenho em minha própria história a experiência de ter perdido um irmão em consequência de latrocínio: o mais importante não é prometer benefícios e livramentos (prováveis sem dúvida, mas de forma alguma garantidos) para esta vida, mas sim pregar a Verdade acima de todas as coisas! Ensinar que as aflições e o padecimento da carne são inevitáveis, porém a morte nunca tocará aquele que crê na Verdade do Senhor Deus.
“E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:14-16)
A Bíblia revela que, no futuro, haverá um breve tempo onde aqueles que optarem por preservar suas vidas estarão imediatamente condenados a beber, sem mistura, o vinho da ira de Deus… enquanto os que, por não negar ao Senhor Jesus Cristo, enfrentarão o extermínio imediato (provavelmente por decapitação), mas estarão garantindo a salvação e a vida eterna. É um dos episódios mais paradoxais de toda a Bíblia, mas Isso é assunto para outra postagem…
Então, para concluir, gostaria de pedir a todos aqueles que, diante de uma situação adversa, invocam a frase “Deus é Fiel” na intenção de invocar bênçãos e cura, saibam que estão invocando uma fidelidade não prometida na Bíblia e, por isso, provavelmente enganosa.
Pergunto novamente a estes: o que dirão se o pior ocorrer? Que Deus não foi fiel? Que Deus não tem poder? Que a pessoa não teve fé?
Esse, apesar de bem intencionado, não é o caminho da fé verdadeira.
Saibamos orar esperando o cumprimento da vontade do Senhor e a ação de sua multiforme graça em cada situação específica, aprendendo a em tudo dar graças… mesmo que não consigamos compreender o que, diante de nossos olhos humanos, pode parecer uma desgraça.
Antes de tudo, O Senhor Deus É fiel à Sua própria Palavra e de forma alguma deixará de cumprí-la nos mínimos detalhes. Ao ver episódios como o ocorrido no Haiti, ao ver as virtudes dos céus sendo abaladas e afetando a natureza, ao ver o cumprimento das profecias ligadas ao cada vez mais próximo retorno do Senhor Jesus Cristo a esta terra… você é capaz de exultar e exclamar “Deus é Fiel”?
“E haverá sinais no sol e na lua e nas estrelas; e na terra angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas. Homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo; porquanto as virtudes do céu serão abaladas. E então verão vir o Filho do homem numa nuvem, com poder e grande glória. Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima.” (Lucas 21:25-28)
O Senhor Deus nos dê a sabedoria e a serenidade para permanecer fiéis mesmo diante da dor e do desespero, atuando com bondade e humanidade sempre que possível e divulgando a Verdade que salva para a vida eterna até mesmo através de nosso próprio sacrifício.
DEUS É FIEL!!!
Teóphilo


JESUS Jamais nos Lançará Fora!!!



Charles Spurgeon
Banco da Fé
Dia 13 de janeiro



“O que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora.” (Jo 6:37)


Há algum exemplo em que o nosso Senhor tivesse lançado fora a alguém que viesse a Ele? Se existisse um caso assim, nós gostaríamos de conhecê-lo; porém, não houve nenhum caso, e nem nunca o haverá. Entre as almas perdidas no Inferno não há uma só que possa dizer: “eu fui a Jesus, e Ele rechaçou-me.” Não é possível que você ou eu sejamos os primeiros a quem Jesus não lhes cumpra a Sua palavra. Não abriguemos uma suspeita tão tenebrosa.

Suponhamos que vamos a Jesus em relação aos nossos males de hoje. Disto podemos estar seguros: Ele não nos negará uma audiência, nem nos expulsará. Aqueles de nós que temos ido com frequência a Ele, e aqueles que antes não foram nunca: vamos juntos, e comprovaremos que Ele não fechará a porta da Sua graça, na cara de nenhum de nós.

“Este recebe pecadores” (Lc 15:2), mas a ninguém repulsa. Vamos a Ele em debilidade e com pecado, com fé tremente, escasso conhecimento, e ténue esperança; pois Ele não nos lançará fora. Vamos pela oração, e essa oração é imperfeita; com confissão, e essa confissão é deficiente; com louvor, e esse louvor não corresponde ao Seus méritos; todavia, Ele nos receberá. Vamos doentes, contaminados, desgastados, e indignos; porém Ele não nos lança fora.
Venhamos hoje de novo a Ele, pois nunca nos lança fora.



Tradutor: Carlos António da Rocha; revisado por Armando

Fonte: Projeto Spurgeon

Happiness Machine

13 de janeiro de 2010

Unção - Leonard Ravenhill



Hoje é tão fácil encontrarmos "igrejas" como está que Dumas encontrou...e tão difícil encontrar igrejas como a de Dumas.

10 de janeiro de 2010

"Os Cedros do Líbano que ELE Plantou"


Os cedros do Líbano simbolizam os cristãos, naquilo que se refere a terem sido inteiramente plantados pelo Senhor. Isto é a verdade absoluta de cada filho de Deus. O cristão não é plantado pelo homem, nem por si mesmo, mas é plantado por Deus. A mão misteriosa do Espírito divino fez cair a semente da vida dentro do coração que Ele mesmo preparara para recebê-la. Cada verdadeiro herdeiro do céu pertence ao grande Agricultor que o plantou. Além disso, os cedros do Líbano não dependem do homem para regá-los; eles subsistem nas altas rochas não irrigadas pelo homem; e, no entanto, nosso Pai Celeste supre suas necessidades. Assim é com o cristão que aprendeu a viver pela fé. Ele não depende do homem, mesmo nas coisas temporais; ele espera no Senhor seu Deus pelo seu sustento, e somente nEle. O orvalho do céu é sua porção e o Deus do céu o seu manancial. Mais uma vez, os cedros do Líbano não são protegidos por nenhum poder mortal. Eles nada devem aos homens para serem preservados das tempestades e ventos tormentosos. São árvores de Deus, mantidas e preservadas por Ele, somente por Ele. É exatamente a mesma coisa com o cristão. Ele não é uma planta de estufa, protegido das tentações; ele fica no local mais exposto; não tem refúgio, nem proteção, exceto esta, que as vastas asas do Deus eterno sempre abrigam os cedros que Ele mesmo plantou. Como os cedros, os crentes são cheios de vigor, tendo vitalidade suficiente para estarem sempre viçosos, mesmo no meio das neves do inverno. Finalmente, o florescimento e as majestosas condições do cedro são somente para o louvor de Deus. O Senhor, e somente Ele, tem sido tudo para o cedro e, por isso, Davi, com muita doçura, colocou num de seus salmos: "Louvai ao SENHOR, árvores frutíferas e todos os cedros." (Sl. 148:9) No crente não existe nada que possa glorificar o homem; ele é plantado, nutrido e protegido pela própria mão do Senhor, e a Ele seja atribuída toda a glória.

Charles Haddon Spurgeon


Fonte: Exaltando o Senhor

O Espírito está pronto - Eric Ludy

Muitos Cristãos são Insuportáveis!!!

Eu amo Jesus. O que me deixa maluco são seus seguidores. Para ser sincero, não gosto de muitos cristãos. Note bem, eu não disse “alguns” cristãos; eu disse “muitos”. Não gosto deles — não gosto mesmo, nem um pouquinho. Por várias vezes, prefiro andar com gente doida, profana, incrédula e perdida do que com aqueles que se dizem cristãos, mas, na verdade, são fariseus de mente limitada e metidos a críticos.

Tenho um amigo que é pastor de uma grande igreja. Certa vez, durante uma entrevista, ele disse ao repórter que orava seis horas por dia. O jornalista, muito impressionado, perguntou por que ele orava tanto tempo. O pastor respondeu, com toda franqueza: “Minha igreja é muito grande, e odeio muitas pessoas que fazem parte de-la. Preciso orar seis horas por dia para que Deus me ajude a amá-las”.

Gostaria de amar todos os cristãos, mas não consigo. E vou enumerar algumas razões pelas quais isso acontece.

Não gosto de muitos cristãos pela capacidade que possuem de ser terrivelmente críticos. Eles assumem aquela pose do tipo sou-mais-santo-que-você e se consideram melhores do que todo mundo. Brigam e discutem pelos motivos mais ridículos.

• “Você está lendo a versão errada da Bíblia.”

• “O estilo de louvor de sua igreja é sem graça.”

• “O ensino sobre o Antigo Testamento é insuficiente.”

• “Por que não prega mais sermões expositivos?”

• “Sua igreja deveria realizar mais trabalhos evangelísticos.”

• “Você é por demais evangelista, devia se preocupar mais com o discipulado.”

Esses especialistas em igreja costumam ser os mesmos que não sabem dizer o nome do vizinho não-cristão. Aaaarghhh! Fico doen-te com esse tipo de gente. E quando o tema da conversa ultrapassa as questões da igreja, a coisa é ainda pior:

• “Evangélicos só devem assistir a filmes cristãos, que não são violentos.” (Adorei ver a cara dessas pessoas quando A paixão de Cristo, de Mel Gibson, foi lançado.)

• “Quem ouve música do mundo vai para o inferno.”

• “Cristão não faz tatuagem.”

• “Os Teletubbies são coisa do Diabo.”

• “Cristão de verdade não vai à Disney.”


Não consigo imaginar Jesus escrevendo frases como essas no chão.

Outro tipo que faz meu estômago revirar é aquele pregador fu-rioso: “Se você não se converter, vai queimar no inferno, pecador!”. Por experiência, posso dizer que os pregadores nervosinhos em geral pecam tanto quanto (ou mais do que) as pessoas a quem costumam pregar.

Se o que você leu até agora ainda não é suficiente para convencê-lo, ainda há mais: certos cristãos são muito esquisitos. É só dar uma olhada nos programas evangélicos exibidos na televisão. Alguns deles complicam muito o meu trabalho. Em tese, remo no mesmo barco, mas confesso que fico tentado a fazer piada das muitas bobagens que vejo.

Não é de admirar que não-cristãos assistam a esses programas só para rir. Sei que há muitos ministérios cristãos sérios que ocupam espaços na grade de horários da televisão, e dou o maior apoio. Mas, sejamos sinceros, existe muita coisa bastante bizarra para ver.

Se você se sente ofendido com o que acabou de ler, peço que coloque a mão na consciência e seja franco: já reparou no jeito que muitos televangelistas se vestem? Junte-se a isso a maquiagem forte e o cabelo cheio de laquê das mulheres desses pastores-apresentadores. Parece até um cafetão acompanhado de uma perua — é possível até que um cafetão e uma perua de verdade se vistam e se maquiem melhor.

Isso sem falar no grande engodo que é o discurso antibíblico: “Deus quer que seus filhos sejam ricos, por isso posso andar por aí em carros de luxo”. Para completar, eles ainda pregam no melhor estilo vou-pegar-seu-dinheiro, finalizando todas as falas com aquele “amém?” constrangedor. “Jesus ressuscitou dentre os mortos, amém? E ele está pronto para perdoar seus pecados, amém? Clame pelo Senhor agora, amém?”. Isso me embrulha o estômago, amém?

O que é isso?

O pior de tudo, porém, é o potencial de certos evangélicos à hipocrisia mais nojenta. São capazes de dizer uma coisa e fazer outra completamente diferente. Isso não apenas macula o nome de Jesus, como também fornece mais munição para esse mundo incrédulo usar contra o corpo de Cristo. É como o sujeito que procurou certo pastor protestante e perguntou:

— Pastor, será que o senhor faria o funeral de meu cachorro?

— Não fazemos funerais de cachorros — o pastor respondeu.

— Que pena — disse o homem, aparentemente decepcionado, mas rindo por dentro. — Eu estava disposto a fazer uma oferta de 100 mil para a igreja. Pelo jeito, terei de procurar outra.

— Opa, espere um pouquinho — reagiu o pastor. — Por que você não disse antes que seu cachorro era protestante?

Essas são algumas das razões pelas quais não gosto de muitos cristãos. Para falar a verdade, muitos deles também não gostam de mim. Dizem que sou radical demais. Que minha teologia é rasa. Que sou bom mesmo é de marketing. E meu pecado imperdoável: sou pastor de uma “megaigreja” (o que, automaticamente, faz de mim um egocêntrico que só se preocupa com dinheiro).

Agora que meus motivos já estão expostos, podemos começar. Espero que cheguemos aonde Deus deseja: um lugar que, provavelmente, não é o que ocupo agora. De qualquer maneira, sinto-me melhor depois de desabafar. Obrigado pela atenção que me dispensou até agora.


O cristão de quem menos gosto.

Se você acha que minha cisma é apenas com evangélicos de outras igrejas, está enganado. Quando olho para minha igreja, encontro muitas pessoas das quais também não gosto. Não tenho o menor interesse em saber o que querem e como vivem. Fico bastante perturbado com isso, doente mesmo.

Há um tipo de cristão que considero o pior de todos, disparado. É o que mais me aborrece. Tira meu sono. Embrulha meu estômago. O cristão que mais detesto… sou eu!

Não estou brincando. Detesto muitas coisas em mim. Detesto ser menos do que aquilo que Cristo deseja. Tenho nojo de mim quando digo coisas que não deveria e que são incoerentes com a Palavra de Deus.

Detesto quando, na condição de líder, tomo decisões que magoam as pessoas. Detesto quando minhas atitudes pecaminosas magoam os seguidores de Cristo e afugentam os não-cristãos. Detesto essas coisas que vejo em mim.

Fonte: Livro: Confissões de um pastor / Editora: Mundo Cristão
Via: Bereianos